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Juntos, Deltan, Moro e alguns delegados não têm 10% da minha honestidade, diz ex-presidente Lula

Por Agência Estado, 08/11/2019 às 19:57
atualizado em: 09/11/2019 às 10:58

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Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo
Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo

Durante o primeiro discurso após ser libertado, o ex-presidente Lula disse que a sua prisão foi resultado de um "lado podre" do Estado brasileiro, "da Justiça, do Ministério Público, da Polícia Federal e da Receita Federal", que, segundo o presidente, "trabalhou para tentar criminalizar a esquerda, o PT e o Lula". "O lado mentiroso da PF que fez inquérito contra mim, o lado canalha do MP e da força-tarefa."

"Se pegar o [Deltan] Dallagnol (chefe da força-tarefa do Ministério Público Federal em Curitiba), o [Sergio] Moro (ex-juiz da Lava Jato) e alguns delegados, enfia e bate num liquidificador. O que sobrar não é dez por cento da honestidade que eu represento nesse país. Eles têm que saber que caráter e dignidade não é uma coisa que a gente compra em shopping center, em feira ou no bar", discursou.

"O Moro tem que saber uma coisa: não prenderam um homem. Tentaram matar uma ideia, mas uma ideia não desaparece", disse Lula, retomando as ideias da sua fala no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC logo antes de ser preso, em abril de 2018.

O petista também fez críticas a veículos de imprensa. "Eu quero lutar para provar que se existe uma quadrilha e um bando de mafioso é essa maracutaia, liderada pela Rede Globo." Lula ainda afirmou que "não tem mágoas" nem dos policiais federais, nem dos carcereiros.

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